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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

A m o r

Mais uma semana de férias chegou hoje ao fim. Impossível não me relembrar aquele ano e meio - o primeiro ano e meio da Irene - que vivi só dela. É um privilégio poder aproveitá-la com tempo e observar o densenrolar dos seus raciocínios. Está a explicar-se cada vez melhor e já a deixar-me mais vezes sem resposta.

Momento impagável o de ontem quando, ainda bêbada de sono da sesta, abriu um olho e viu que eu estava ao seu lado. Sorriu derretida e voltou a adormecer.

Foram umas magníficas férias de família em que notei agora que tusso da mesma maneira que a minha mãe, que o mano e eu temos muito sentido de humor e que a Irene tem a vida toda pela frente para construir memórias.

Esta foto diz amor de mil maneiras e, no meio da família, estamos nós as duas. Esta equipa que se aperfeiçoa e cujo objectivo é ensinar a amar e a ser amado.

Missão comprida e vai ser cumprida. Em família.



Fato de banho mãe - Triumph
Fato de banho Irene - Tuc Tuc

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Há mais de 6 anos que não passava férias com a minha família.

E só depois de cá estar me apercebi do importante que é. Independentemente de termos cada um de nós as suas visões diferentes da mesma coisa, personalidades muito diferentes, compensações mais próximas ou não - seja lá o que for que eu queira dizer com isto - nada se compara à felicidade de pertencer ao nosso grupo, à nossa matilha. 

Depois de 6 anos mais afastada (ou muito mais, nem sei), isto é, em que não vi ninguém de pijama nem ninguém me viu a mim, sabe muito bem voltar a acordar "em casa", apesar de estarmos em Tróia, num hotel. 

Giro estarmos todos à mesa de novo, mas com uma pessoa nova: a Irene, a minha filha, a neta da minha mãe, a "netasta" do meu padrasto, a sobrinha do meu irmão. O meu irmão que foi a primeira pessoa a ensinar-me o que é amor incondicional. 

Reais como as mulheres dos anúncios daqueles cremes, mas nossos. É esta a minha família e parte da família da Irene. É um quentinho no coração saber que a Irene está rodeada de tanta gente que a vai ver crescer e que a ama profundamente. 










Algumas notas: 

- O rapaz das fotografias é o meu irmão Pedro ;) Tem 20 anos, acalmem-se. 

- Nem me dou ao trabalho de cozinhar por ter ido buscar refeições completas e biológicas para a Irene à BebéGourmet.

- O colar da Irene é da Goda Store.


✩✩✩✩✩✩✩✩✩✩

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terça-feira, 6 de junho de 2017

Voltei à adolescência no Aquashow!

Foi assim que me senti quando entrei no Aquashow no fim-de-semana. Já não ia ali desde os meus 15 (?) anos e foi um baque e tanto. Como assim já passaram 15 anos? Como assim agora estou no Aquashow com duas filhas? É verdade. Quando ali fui foi com o grupo de amigos das férias do algarve - paixoneta incluída (ahah) - ainda muito longe de me imaginar ali com a minha prole. Continua o máximo, tudo arranjadinho, e com escorregas e diversões cheias de adrenalina, muitas novas que não havia quando lá fui. Eu sou das que ADORA escorregas de água. Esqueçam lá aqueles para gente mais arrojada que fazem loopings e coisas do género, que nisso não me apanham mais (já tive a minha dose de más-disposições e não vou ser mais gráfica que isto...), mas túneis, tubos e escorregas - com ou sem bóias - e barcos e cenas que levem água, SIM SIM SIM! Adoro, mesmo que me façam ficar sem fato de banho no percurso (já aconteceu).

No fim-de-semana, ficar num hotel a metros de um dos maiores parques em Portugal fez-me voltar a ter aquele friozinho na barriga e aquela adrenalina. Sentir-me-ia a transpirar das mãos se não estivessem já molhadas :) A Isabel adorou! Repetiu umas 20 vezes o escorrega amarelo e ainda hoje fala dos escorregas do polvo e da baleia. O bom daquele parque é que tem oferta enorme, para toda a família (até massagens tem, assim como alguns espectáculos com araras, etc)!

Mostro-vos as imagens daquela tarde de pura diversão. Quero voltar em julho que ficou muito por experimentar - o parque é enooooorme! :)


A Isabel a subir! Desceu no laranja, mas não achou grande piada a levar com tanta água na cara.





Disto é que ela gosta!

Foi neste que desceu 20 vezes (ou mais)


Bikini Calzedonia




Fato de banho Isabel Brilha Comigo





Já repetia.




























Macaco Xicalarica




Logo vos contaremos mais sobre o hotel.

Fotografias - The Love Project

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domingo, 16 de abril de 2017

Somos muita feios todos.

Sim, sou uma babada em tudo o que à minha família diz respeito. Gosto de nos ver juntos, com roupas a combinar ou de pijamas desemparelhados e cheios de remelas num domingo de manhã. Por alguma razão - talvez vaidosice ou aquela mania romântica com que a Joana Gama goza - acabo por escolher para aqui as fotografias de que gosto mais. Mas quem me segue nos stories do instagram já me viu de pijama de urso polar, a lavar a louça ou numa tentativa de spa na banheira da casa de banho - claro que tive de me limpar a correr porque a Luísa acordou. A vida como ela é. Mas esta também é a nossa vida: mesmo que a posar para a lente. Somos nós. Mais arranjadinhos, mas nós. Juro que o facto do David também estar a combinar não foi propositado, mas delirei quando o vi assim. Pirosos. Amorosos. 

Feios, para uma ou outra e mais que venham. Somos muita feios todos. Ou será que queriam dizer FELIZES? <3


O tio Frederico a fazer macacadas para elas se rirem







Apesar da minha postura que não lembra ao Diabo - e como me disseram no instagram, vem aí a terceira (ahahah) - amo esta foto!


Sandálias - Maria Pipoca
Vestido Isabel - Boboli
Túnicas Luísa e Joana (já de colecções passadas) - Ivens

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Páscoa assim.

Espero que tenham tido uma Páscoa tão feliz quanto a nossa! Não houve viagens nem passeios, mas houve família (vejam nos stories do instagram a minha avó a dançar eheh), docinhos e até direito a uns mergulhos. A Luísa é louca por água. A Isabel fica até ficar roxa e nunca tem frio (já fui assim!). Obrigada, querido Abril.

Bom, mas bom.


















Fato de banho Isabel - Principessa 
Bóias - Primark
Braçadeiras - Imaginarium

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sábado, 15 de abril de 2017

Nunca pensei que este dia chegasse. Its time!

Acho que é típico das mães. Ou, pelo menos, espero que sim. Parece que sabemos que "aquele dia" - seja "esse dia" o dia do desfralde, a entrada para a escola, a saída de casa... - vai chegar mas, no fundo, não o visualizamos, não sentimos na pele que vá acontecer. E ainda bem, que temos de viver mais no presente, mindfulness blá, blá!

Não consigo usar "muito" ou "demasiado" porque acho que o natural é as crianças serem apegadas às mães. Acho também que é natural que, aos poucos - cada família ao seu ritmo - que esse espectro se vá alargando à restante família, começando por aqueles que estão mais perto. 

Até recentemente, a Irene era muito mãe. "Más línguas" ou gente preocupada e bem intencionada diziam ser da "mama", houve quem dissesse que era porque eu tenho uma relação assim e assado com ela, houve quem... A verdade é que chegou a altura: a Irene começou a mostrar de forma muito mais intensa o amor que sente pelo pai. 

Se dantes, em casa, o "sargento" - como ele gostam de me chamar - era o topo da hierarquia para receber mimos e fazer tarefas (que é a Irene a designar "a mãe muda a fralda", "a mãe dá a sopa", "a mãe..."), agora o pai já não tem descanso. E estamos todos muito felizes com isso. 

A Irene tem mais um companheiro em tudo o que queira fazer e não há nada que me deixe mais comovida que vê-los juntos (a não ser, talvez, quando me chega uma encomenda da Zara). 

O pai brinca de outra maneira e ela já vê quais são as especialidades de cada um. 

Isto tem-me dado uma pica para ir reajustando a minha vida que nem vos conto. Compensa esperar pelos timings dela. Tudo a seu tempo. Agora que é mais pai, a mãe pode ser mais outras coisas ou até voltar a estudar - deixem-me ter este sonho até ver horários e propinas (até tenho medo de ir ver e de ficar triste). 


 


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Ela quer dois irmãos e agora?

Quem não quer? Não consigo imaginar nenhuma criança que pense que gostaria de ser filha única para o resto da vida. Eu sinto que tive as duas experiências, por acaso. O meu primeiro irmão nasceu quando eu tinha 10 anos e o outro quando eu tinha 20. 

Mesmo assim, apesar do primeiro irmão, sinto que sempre fui tratada como filha única pela minha mãe. E não vejo isso de ser "filha única" como uma desvantagem. Nunca percebi muito bem o "mimo demais", o "nota-se mesmo que és filho único". Acho que não é preciso ter irmãos para se perceber uma data de valores. Percebe-se também tendo-os, mas se não se tiver, pode-se chegar lá na mesma. 

No outro dia, quando conhecemos este cão maravilhoso de uns vizinhos nossos, ela fartou-se de dizer que "A Necas é irmã do cão". 

O Frederico olhou de lado para o cão e tentou encaixá-lo na minha agenda para conseguir averiguar onde é que o Melvin e eu tínhamos trocado algumas carícias. O que é facto é que tanto saindo ao Melvin como ao pai, teria o mesmo formato de olhos, mas não me vou alongar para ver se me escapo a esta questão como uma senhora. 


O mais giro foi, no outro dia, quando a Irene disse que queria ter dois irmãos: uma menina chamada Helena e um menino chamado Farmácia.


Quando antes me falava de irmãos e eu ainda estava indecisa, confesso que me tocava mais no coração. Agora, mais racional, percebo que é um grau de parentesco que está a perceber e que já vai reconhecendo nalguns amigos como a Luisinha e a Isabel. 

Já lhe tentei explicar que a mãe tem uma coisa no pipi chamada DIU, mas ela perguntou se dava pontapés e se um dia ia sair quando eu fizesse força. Expliquei que esperava que não que se quisesse que mais coisas saíssem do meu pipi, poderíamos experimentar ter um farmácia para ver até se deixava de ter de comprar Ben-u-Ron. 



Olhem lá se o rapaz não é sensual? Os donos que me perdoem estes innuendos. Senti que havia clima entre os dois, mas nunca fui avante, não se preocupem.


Outros textos: 

"Quando é que eu tenho o próximo?"

"Ela pediu-me um irmão." 

"Vou pôr um DIU."

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